O PLANETA EXISTE SEM A HUMANIDADE, MAS A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA. CABE ÀQUELES QUE TÊM CONSCIÊNCIA, ILUMINAR O CAMINHO – SEM SOLIDARIEDADE NÃO HÁ SOCIEDADE. UNIDOS SOMOS MAIS FORTES. CIDADE SUSTENTÁVEL JÁ!


domingo, 13 de novembro de 2011

O pão nosso de cada dia

Quando nos alimentamos, uma mensagem mental de agradecimento deve viajar junto com o alimento para dentro do corpo como um mantra: “eu agradeço o alimento material do meu corpo que ora ofereço na quantidade certa, assim como a ação do mesmo é estabelecer a saúde física plena desejada. Que o “Universo Perfeito” me permita sempre uma refeição farta em produtos nutritivos, bem como, eu prometo honrar esse momento, devotando no exercício da minha profissão a mesma oportunidade para outrem”.
 A partir da força dessa afirmativa, toda energia expandirá pelo corpo através da aura, haverá uma projeção no ar, dessas palavras na função de moralizar a conduta conosco e com a vida que nos envolve – uma responsabilidade social que começa por dentro e caminha em eco humano -, assim como nos proporcionará a visão do que é certo, saudável e justo num mundo onde poucos se alimentam e muitos estão comprometidos em corpos físico, mental e emocional.
Não há absolutamente oportunidade de participação de trabalho e intelecto numa população de desnutridos, deixando a filosofia de lado e as crenças, o ditado popular “saco vazio não para em pé” é justificativa óbvia mais do que comprovada pela ciência através das inúmeras organizações mundiais de saúde e afins, da mesma forma o raciocínio fica comprometido pela ausência de energia orgânica na ingestão da refeição minimamente necessária.
Enquanto o mundo briga pela economia que restringe carros de luxo e mansões de poucos, há um silêncio assustador e criminoso que permeia a humanidade com relação a um grupo, não muito pequeno, de famintos que sucumbem fisicamente diante dos nossos olhos passivos (ou quem sabe indiferentes), nem precisa correr o planeta para conhecer esse presente trágico, mas precisa de um coração verdadeiro e não um de plástico como a tecnologia transformou a humanidade.
A ideia de inovação tecnológica escorreu pelo o ralo como caminho de expressão e vida, porque toda e qualquer invenção deveria qualificar a “Existência” no planeta e não o inverso, logo, não é a arma que mata um homem no sítio de guerra ou urbano, mas os valores distorcidos de uma humanidade deveras doente emocional, mental e espiritualmente. Observemos tudo o que consumimos, adquirimos e coexistimos em produtos ou serviços nos mais variados ambientes, a fim de que a distribuição dos mesmos no mundo inteiro seja equânime, mais justa.
Que a partir desse instante a nossa consciência “estale” todas as vezes que extrapolarmos o consumo, na intenção de evitar o habitual desprezo do que seria alimento e usufruto de muitos, só porque estamos vazios de algo que esses produtos precisam peencher, mas obviamente não o fazem, pois evoluir é um movimento que age de dentro para fora. A vida através do planeta em sua massa, crosta, enfim, a Natureza nos ofereceu um exemplo de perfeição, só precisamos contemplá-los e respeitá-los para retornarmos ao nosso “Eu Superior” tão esquecido e resgatarmos nossos semelhantes de uma fome avassaladora, que não nos alcançou pelo menos até o presente momento, graças a nossa “Sorte”. Que o “Universo Perfeito” nos ampare nesta empreitada heróica!