O PLANETA EXISTE SEM A HUMANIDADE, MAS A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA. CABE ÀQUELES QUE TÊM CONSCIÊNCIA, ILUMINAR O CAMINHO – SEM SOLIDARIEDADE NÃO HÁ SOCIEDADE. UNIDOS SOMOS MAIS FORTES. CIDADE SUSTENTÁVEL JÁ!


domingo, 16 de novembro de 2014

Convocação sustentável

Não dá para reclamar da seca sem entender a responsabilidade do cidadão. O lixo acumulado nos leitos secos dos rios e o esgoto predial nas lagoas sinalizam o tipo de sociedade que formamos. Fingir que não entende o lixo domiciliar só aumenta a necrose do sistema integrado de sobrevivência nos sítios urbanos.
Reciclagem começa com o fabricante na produção da embalagem, a segunda fase é do consumidor - residencial e comercial e industrial - na separação do lixo com a higienização das embalagens. A terceira etapa responde pela coleta seletiva, cuja responsabilidade é do poder público.
Não adianta cobrar das autoridades parlamentares aquilo que você não se predispõe aprender, pois uma nação desenvolve com a participação de todos. Forme um grupo sustentável. Leia os textos dos blogs que administro. Dicas surgirão. Aguardo a participação com dúvidas e sucessos. 
Unidos somos mais fortes. A vida é linda. Você almeja felicidade?
CIDADE AUTOSSUSTENTÁVEL JÁ!


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Sustentabilidade alimenta

A Conferência da ONU RIO+20 ocorrida em junho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro no Brasil proporcionou debates sobre agricultura sustentável, mídia social, arquitetura sustentável, gestão do lixo, consumo consciente, qualidade da água, saúde pública, educação socioambiental, saneamento, transporte, entre outros temas afins.
A preocupação com a qualidade do produto que ingerimos na alimentação diária e a distribuição equânime, ambas tem ligação direta com a lei de ocupação e uso do solo e a revisão do Código Florestal, cuja proposta cabível é um compartilhamento do território nacional em perfil do agronegócio (relação comercial e industrial da cadeia produtiva agrícola e pecuária) inclusive qualificando a vida da nação. Em se tratando de agricultura - tradicional de subsistência ou moderna agricultura comercial ou agricultura ecológica - e pecuária – gado em boi ou cavalo ou porco ou galinha - é fundamental o respeito pela agricultura familiar no foco do pequeno produtor, bem como, a subtração definitiva do agrotóxico como envenenamento pela manipulação e ingestão, sobretudo na gravidade da poluição do ar pela extrema volatilidade desses produtos químicos empregados, principalmente quando vaporizados. Vale lembrar que os rebanhos aumentam sobremaneira a emissão de gás metano na atmosfera, cuja soma ao gás carbônico pelo acréscimo da frota de veículos automotores e a redução drástica das florestas desenham o aquecimento global como cenário extremamente nocivo à sobrevivência humana quiçá do planeta.
A mídia livre ganhou espaço quando as necessidades humanas foram expostas na internet através dos sites, blogs, redes sociais e afins. Contudo ela existe há muito tempo nos folhetins distribuídos nas ruas e espaços comerciais, nas rádios comunitárias e encontros de classes profissionais pela argumentação de temas relevantes para a humanidade; através de textos, fotografias, filmes, poesias, músicas, enfim, manifestações intelectuais no propósito de liberdade de expressão a fim de construir uma justiça social.
A arquitetura sustentável repagina a plástica contemporânea, escreve uma nova página desta civilização e certamente promove um legado expressivo para as futuras gerações. A linguagem sustentável exige: materiais que promovam o conforto ambiental, responsabilidade na gestão do lixo (saneamento dos resíduos sólidos com a logística reversa) através de compartimentos, instalações domiciliares na mira da economia das reservas naturais (luz, água, gás, minerais), sobretudo reduzir a geração de esgoto. Observe que um planejamento de fluxo objetivo, bem como, a ventilação e a iluminação plenas são princípios da arquitetura e não uma inovação trazida pelo termo “sustentabilidade”. Praticidade, objetividade e respeito ao meio ambiente emolduram a arquitetura que ora estruturamos e no futuro oferecerá um inestimável patrimônio histórico e cultural.
O consumo consciente das reservas naturais é a maior premissa desta nova versão de vida, a razão pela qual tudo começou a ser elaborado sobre pesquisas das condições alarmantes do planeta e a relação predadora de seus habitantes. Biodiversidade é tudo o que existe em nosso globo terrestre, logo, harmonizar as espécies significa gerar qualidade de vida mundial. Os quatro elementos (água, fogo, ar e terra) representam a estrutura da vida na Terra, entretanto, sem o quinto elemento – o amor -, absolutamente nada será viável para a “Existência”.
É na revisão do módulo territorial de uma nação com o zoneamento de serviços (setores econômicos), a malha de transporte (rodoviário, ferroviário, aéreo e fluvial), os assentamentos humanos, as demarcações de território étnico e o meio ambiente preservado que definitivamente marcaremos a sustentabilidade; acrescenta-se a importância crucial de educação socioambiental para toda a humanidade – sustentabilidade é mundial -, sem o que não haveria entendimento das metas atualizadas de sobrevivência.
A “arquiteturammholística-monicamendes” trabalha os cinco elementos porque acredita fielmente na essência humana: na formação intelectual tudo pode ser criado em favor da vida, a inteligência promove a capacidade de escolha e aplicação do que é certo e errado preconizando a ética cotidianamente e a sabedoria para manter esse equilíbrio sempre lembrando que somos sobreviventes de uma coletividade hoje e sempre. Enfim, uma meta diária, tal que, “As decisões pessoais compatibilizam as coletivas e vice-versa, a cisão de ciclo reproduz o caos”.
O tema é extenso, caso haja interesse outros textos correlatos estão expostos neste blog. Boa semana a todos!